quarta-feira, 10 de março de 2010

Dengue to fora.




Distribuição geográfica e classificação sistemática


Mosquito Aedes aegypti introduzido na América é um homem bom espalhar através do transporte dos seus adultos, ovos, larvas ou pupas em navios, aeronaves e transportes terrestres.Sua origem foi, provavelmente, na faixa tropical da África, onde ocorrem de duas formas: uma doméstica e um selvagem (Harwood e James 1988). São tropicais e uma faixa subtropical distribuído no paralelo 350al norte geográfico e 350 sul. Com relação à distribuição vertical, geralmente é inferior a 1.000 metros acima do nível do mar (Fernández de 1999). sua presença no mundo é relatada a 2121 metros de altitude, na Índia, de 2.400 metros na África e 2, a 200 metros na Colômbia (Cantero e Fonseca, 2007). Esta espécie é uma das principais espécies de mosquitos em áreas urbanas. Sua classificação sistemática até o início deste século foram localizados na família Culicidae, gênero Aedes, Aedes Stegomyia subgênero e espécies descritas por Linnaeus. Mas fazer o trabalho taxonômico recentemente realizado levou a uma deslocalização desta espécie e a colocando no gênero Stegomyia como e conhecido agora no  mundo  com a taxonômica  Stegomyia aegypti (Reineri et al. 2004). Transmissão de dengue tem aumentado consideravelmente nos últimos 20 anos. Atualmente, ela só pode ser reduzida pelo controle do mosquito, no entanto, a aplicação de métodos de controle de vetores é intensiva de trabalho, exigem disciplina e diligência, e são difíceis de sustentar. O Aedes aegypti é um mosquito caseiro. Prefere ficar em áreas fechadas e atacar na região das pernas, embaixo das mesas, próximo ao chão.

É verdade que o complexo B afasta o mosquito?
O complexo B realmente altera a composição do suor do corpo humano e, segundo o relato de alguns pesquisadores, sua eliminação pela pele tem ação repelente. No entanto, há controvérsias entre os médicos quanto a esta ação.

A Dengue é mais comum na região serrana ou no litoral?
No litoral, embora o mosquito esteja apresentando um alto grau de adaptação a ambientes e condições que anteriormente repelia.O Aedes aegypti que hoje atinge mais de cem países apareceu, pela primeira vez, na África. De lá para cá, visitou uns tantos continentes até abraçar o planeta e funcionar como uma espécie de ameaça à saúde pública mundial.Já no século XVI, quando o mosquito aportava o continente americano, junto aos navios negreiros em plena colonização, ainda não se cogitava falar em dengue. O vírus, proveniente da Ásia, só chegaria muito tempo depois.Os primeiros surtos de dengue foram reportados no final do século XVIII, mais especificamente entre os anos de 1779 e 1780, em Java (sudoeste asiático), na Filadélfia (Estados Unidos) e no Cairo e Alexandria (Egito). No século seguinte, para a desgraça do Caribe e do sul dos Estados Unidos, quatro grandes epidemias devastaram suas populações, que desconheciam os motivos da moléstia. O Aedes aegypti se caracteriza por ser um inseto de comportamento estritamente urbano, sendo raro encontrar amostras de seus ovos ou larvas em reservatórios de água nas matas. As fêmeas e os machos do mosquito costumam se alojar no interior das casas. A temperatura mais favorável para o desenvolvimento da larva é entre 25 a 30ºC. Abaixo e acima destas temperaturas o Aedes diminui sua atividade. Acima de 42ºC e abaixo de 5ºC ele morre. A alta da temperatura e da umidade relativa são condições favoráveis para o desenvolvimento do mosquito e, principalmente, para manter os ovos viáveis mesmo fora d'água.  Quanto tempo vive a fêmea do mosquito e qual o seu potencial de procriação? Em média, cada Aedes aegypti vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos de cada vez. Ela é capaz de realizar inúmeras posturas no decorrer de sua vida, já que copula com o macho uma única vez, armazenando os espermatozoides em suas espermatecas (reservatórios presentes dentro do aparelho reprodutor). Uma vez com o vírus da dengue, a fêmea torna-se vetor permanente da doença e calcula-se que haja uma probabilidade entre 30 e 40% de chances de suas crias já nascerem também infectadas. A dengue pode ser transmitida por duas espécies de mosquitos (Aedes aegypti e Aedes albopictus), que picam tanto durante o dia como à noite. Os transmissores, principalmente o Aedes aegypti, se reproduzem dentro ou nas proximidades de habitações, em recipientes onde se acumula água limpa (vasos de plantas, pneus velhos, cisternas, etc.). A transmissão pelo Aedes albopictus não é comum porque o mosquito não costuma freqüentar o domicílio como o Aedes aegypti.
COMO ELE SE COMPORTA? COMO ATACA?
O Aedes aegypti mede menos de um centímetro, tem cor café ou preta e listras brancas no corpo e nas pernas. O mosquito costuma picar nas primeiras horas da manhã e nas últimas da tarde, evitando o sol forte, mas, mesmo nas horas quentes, pode atacar à sombra, dentro ou fora de casa. O Aedes aegypti se caracteriza por ser um inseto de comportamento estritamente urbano, sendo raro encontrar amostras de seus ovos ou larvas em reservatórios de água nas matas. Em média, cada Aedes aegypti vive em torno de 30 dias e a fêmea chega a colocar entre 150 e 200 ovos de cada vez. Ela é capaz de realizar inúmeras posturas no decorrer de sua vida, já que copula com o macho uma única vez, armazenando os espermatozóides em suas espermatecas (reservatórios presentes dentro do aparelho reprodutor). Uma vez com o vírus da dengue, a fêmea torna-se vetor permanente da doença e calcula-se que haja uma probabilidade entre 30 e 40% de chances de suas crias já nascerem também infectadas. Os ovos não são postos na água, e sim milímetros acima de sua superfície, em recipientes tais como latas e garrafas vazias, pneus, calhas, caixas d'água descobertas, pratos de vasos de plantas ou qualquer outro que possa armazenar água de chuva. Quando chove, o nível da água sobe, entra em contato com os ovos que eclodem em pouco mais de 30 minutos. Em um período que varia entre cinco e sete dias, a larva passa por quatro fases até dar origem a um novo mosquito. As fêmeas e os machos (que geralmente acompanham as fêmeas) ficam dentro das casas. A temperatura mais favorável para o desenvolvimento da larva é entre 25 a 30ºC. Abaixo e acima destas temperaturas o Aedes diminui sua atividade. Acima de 42ºC e abaixo de 5ºC ele morre.. A cidade do Rio de Janeiro possui as condições propícias para o desenvolvimento do Aedes aegypti. Temperatura e umidade relativa são primordiais para o desenvolvimento do mosquito e, principalmente, para manter os ovos viáveis mesmo fora d'água. Além de ser densamente povoada, é comum a cidade apresentar índices de 70% a 80% de umidade relativa do ar e temperaturas por volta de 25ºC, condições ideais para a multiplicação do vetor. Por isso, o combate de todos aos focos do vetor é muito importante. Apesar de ser verdade que o mosquito é atraído de acordo com a respiração acido lactico e o gás carbônico exalado pela pessoa, a ingestão de vitamina B - alho ou cebola também - (que têm cheiro eliminado pela pele) não é uma medida eficaz de combate à dengue. Tomar vitamina B pode afastar mosquito, mais isso não dura muito e também irá variar de acordo com o metabolismo de cada pessoa, podendo até não ter efeito algum.



Complicação grave da gravidez em enfermos com dengue:




As manifestações clínicas da dengue variam desde um quadro de febre indiferenciada, comum
em crianças, passando por um quadro febril associado com milagias, cefaléia, e dor retroorbitária,
leucopenia frequente e exantema, podendo ou não apresentar petéquias ou hemorragias
leves (Dengue Clássica), até quadros graves conhecidos como Febre Hemorrágica da Dengue e
Síndrome do Choque por Dengue (FHD/SCD).
Nesses quadors graves, a alteração principal é o extravassamento de plasma, na qual o
paciente tem uma etapa febril indistintiva e evolue posteriormente com plaquetopenia (< ou =
100.000 plaquetas/mm³), hemoconcentração, derrames cavitários (pleural, ascite, pericardio),
hipotensão e choque, assim como hematemese e outras hemorragias importantes, o que coloca
o paciente em risco iminente de morte.
Nos países do Sudeste Asiático, a maioria dos casos de FHD/SCD notificados ocorrem em
crianças; não obstante, nas Américas, as epidemias de FHD têm afetado crianças e adultos, com
predomínio, em certas localidades, como no Brasil, nestes últimos.



Na maioria das vezes, as pessoas infectadas pelos vírus dengue não apresentam quaisquer manifestações clínicas. Quando sintomática, a infecção pode provocar um amplo espectro de manifestações, desde formas frustas até apresentações graves, por vezes fatais.
Epidemiologia
A dengue é uma arbovirose transmitida por mosquitos do gênero Aedes, especialmente pelo Aedes aegypti. Existem quatro tipos distintos de vírus dengue, DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4. A Organização Mundial da Saúde estima que três bilhões de pessoas encontram-se em área de risco para contrair dengue no mundo e que, anualmente, ocorram 50 milhões de infecções, com 500.000 casos de Febre Hemorrágica da Dengue (FHD) e 21.000 óbitos, principalmente em crianças. No Brasil, desde 1986 vêm ocorrendo epidemias de dengue nos principais centros urbanos do país, com cerca de 5 milhões de casos. Tem-se observado um aumento na severidade dos casos. No período de 1990 a 2008, foram registrados 12.681 casos de FHD, principalmente em adultos com a ocorrência de 786 óbitos.
Quando um sorotipo viral é introduzido em uma localidade, cuja população encontra-se susceptível ao mesmo, há a possibilidade de ocorrências de epidemias. Entretanto, para que isso ocorra, é necessária a existência do mosquito vetor em altos índices de infestação predial e de condições ambientais que permitam o contacto do vetor com aquela população.
Manejo
O manejo clínico dos casos suspeitos de dengue tem como principal objetivo evitar a morte do doente. O sucesso dessa meta está diretamente ligado à qualidade da assistência prestada, com uma triagem que permita a identificação dos casos potencialmente mais graves, bem como com a instituição de medidas terapêuticas em tempo hábil.

Organização de Serviços
A redução da letalidade por dengue está, em grande medida, associada à organização da rede de serviços de saúde. A preparação do sistema de saúde para enfrentar uma epidemia de dengue deve feita com bastante antecedência, permitindo a elaboração de instrumentos clínicos e de gestão que possibilitarão o sucesso das ações planejadas e executadas.
As principais diretrizes para a organização dos serviços de saúde poderão ser vistas aqui.
Dengue na Gravidez
O risco de a gestante adquirir dengue é o mesmo de qualquer outro indivíduo. Existem poucas publicações a respeito de complicações para as mulheres grávidas com dengue e seus bebês. Apesar das epidemias ocorridas, má formação congênita não tem sido relatada como associada à dengue. Alguns relatos recentes evidenciaram que, se a mãe estiver infectada com o vírus da dengue em um período próximo ao nascimento do bebê, a criança poderá nascer infectada ou adquirir a doença no momento do parto. Foram relatados casos de mulheres grávidas que apresentaram, de acordo com a idade gestacional, ameaça de aborto ou de parto prematuro, síndrome hipertensiva da gestação, pré-eclâmpsia e eclampsia, todos associados à dengue hemorrágica, com risco de choque hipovolêmico em período próximo ao parto.
O diagnóstico precoce da dengue pode ser dificultado não só pela inespecificidade da clínica e semelhança com outras doenças como também pela possibilidade de confusão com alterações fisiológicas da gestação.
Complicação grave da gravidez, a síndrome HELLP (hemolysis elevated liver enzymes low plaquets) é clinicamente semelhante à dengue hemorrágica, porém com fisiopatologia diversa e abordagem terapêutica completamente diferente.
Desse modo, na gestação, o diagnóstico da dengue depende de observação atenta aos sinais clínicos e aos sinais de alarme, e seu tratamento exige uma equipe de saúde preparada para a abordagem apropriada da mãe e do filho.




Dengue, uma alteração espanhola da palavra suaíli Ki-Dinga.





eMedicine Specialties> Pediatria: Medicina Geral> Doenças Infecciosas
Dengue
Hagop A ISNAR, MD, FACEP, Associate Medical Director, Consulting Staff, Department of Emergency Medicine, Auburn Hospital Memorial
Deborah Sentochnik, MD, Consultoria Pessoal, do Departamento de Medicina Interna, Divisão de Doenças Infecciosas, do Hospital Mary Imogene Bassett
Atualizado em: 7 de outubro de 2008
Introdução
Fundo
Dengue, uma alteração espanhola da palavra suaíli Ki-Dinga, É o mosquito mais comum de doença de origem viral em seres humanos. A mais antiga documentação de sintomas denguelike foi registrada no Chinês Encyclopedia of Sintomas durante a dinastia Chin (265-420 dC). A doença foi chamada de "o veneno da água" e foi associado com insetos voadores perto da água. Hoje, a dengue é conhecida por ser causada por um vírus RNA de fita simples (cerca de 10 kilobases comprimento) com uma icosaédrica nucleocapsídeo e coberto por um envelope lipídico. O vírus é da família Flaviviridae (do gênero Flavivirus), e do tipo de vírus específicos é a febre amarela.
O vírus da dengue possui 4 sorotipos intimamente relacionados, mas distintos, DEN1-DEN4.[1]Ele mantém um ciclo de infecção que usa os mosquitos, principalmente o Aedes aegypti mosquito,[2]como vetores para hospedeiros humanos, que também servem como fontes de amplificação viral. A aegypti é um pequeno e altamente domesticado, preto-e-branco de insetos tropicais que prefere se alimentar de seres humanos (favorecendo tornozelos e parte de trás do pescoço). Consulte os arquivos de mídia 1-2. O inseto geralmente põe seus ovos em recipientes artificiais que contêm água, e, como conseqüência, a dengue é freqüentemente uma doença urbano-adquirida.
Em 1779-1780, o primeiro surto de dengue notificado (DF) ocorreu quase simultaneamente na Ásia, América do Norte e África. Isso indica que o vírus e seus vetores têm uma distribuição mundial nas regiões tropicais do mundo (ver arquivos de mídia, 3-4). A apresentação clínica da infecção por dengue envolve um amplo espectro de descobertas, de auto assintomática ou leve - limitando a infecção de dengue potencialmente fatal de hemorragia e choque (dengue hemorrágica [ICD], síndrome do choque da dengue [DSS]).
Fisiopatologia
O processo patológico da infecção da dengue começa com uma relação íntima entre o hospedeiro e o vetor que transporta o vírus. Os humanos são infectados com o vírus depois de um mosquito infectado feeds ou sondas no hospedeiro suscetível humana (ver arquivo de mídia 7). Relatos raros de humanos a transmissão humana através de ferimentos com seringas também têm sido publicados. [3]
A infecção com vírus da dengue se manifesta um amplo espectro de apresentações clínicas. Na maioria dos casos, especialmente em crianças menores de 15 anos, o paciente é assintomático ou tem uma doença febril indiferenciada leve. Dengue é típica de uma auto-limitação, aguda, doença febril, que ocorre após um período de incubação de 4-7 dias. Em crianças, pode ser acompanhado por uma erupção cutânea maculopapular.

Em pacientes idosos, a doença pode também ser suave ou pode ser mais incapacitante, com início súbito de febre alta, cefaléia, dor retro-orbitária, dores no corpo difuso (ambos os músculos e ossos), fraqueza, vômitos, dor de garganta, sensação de alteração do paladar, e uma erupção cutânea maculopapular centrífugo, entre outros.

Este quebra-ossos "dolorosa" e da fase febril dura 2-7 dias e, depois, a maioria dos pacientes a melhorar lentamente. Dengue vírus desaparece da corrente sanguínea em aproximadamente o mesmo tempo que a febre se dissipa.

Leucopenia e trombocitopenia são achados comuns nos casos de dengue e acredita-se ser causado por ações destrutivas direta do vírus sobre as células precursoras de medula óssea. A resultante da replicação viral ativa e destruição celular na medula óssea são acreditadas para causar a dor óssea.
Aproximadamente um terço dos pacientes com dengue pode ter sintomas leves sintomas hemorrágicos, incluindo hemorragia, petéquias gengival, e uma prova do laço positiva (> 20 petéquias em uma área de 2,5 cm x 2,5 cm).
Dengue raramente é fatal.

Dengue febre hemorrágica é uma doença grave, a disseminação da infecção potencialmente mortal por certas espécies de mosquitos (Aedes aegypti). A dengue hemorrágica ocorre com menos freqüência do que a dengue, mas tem uma apresentação mais dramática clínica. Na Ásia, onde primeiro foi descrito, a febre hemorrágica da dengue é principalmente uma doença das crianças. No entanto, nas Américas, a febre hemorrágica da dengue tem uma distribuição igual em todas as idades.
A característica crítica da dengue hemorrágica é o extravasamento de plasma. Isto resulta de lacunas endoteliais no leito vascular periférica, sem alterações necróticas ou inflamatórias no endotélio. A dengue hemorrágica começa tipicamente com as manifestações iniciais da dengue. A doença febril aguda (temperaturas ≤ 40 ° C), como a da dengue, dura cerca de 2-7 dias. No entanto, nas pessoas com dengue hemorrágica, a febre reaparece, dando um bifásico ou "Saddleback" curva de febre que não é observado em indivíduos com dengue. Junto com esta febre bifásica, pacientes com febre hemorrágica da dengue tem trombocitopenia progressivo, aumento do hematócrito (aumento absoluto de 20% da linha de base) que leva à hemoconcentração, mais evidentes manifestações hemorrágicas (> 50% dos pacientes têm uma prova do laço positiva), e progressivas efusões (pleural ou peritoneal).
Acompanhando a fenômenos hemorrágicos, pacientes com febre hemorrágica da dengue pode ter insuficiência circulatória e hepatomegalia. A diferença principal entre patológica dengue e febre hemorrágica da dengue é que a fuga vascular, com conseqüente hemoconcentração e derrames cavitários, podem levar ao colapso circulatório (isto é, a síndrome de choque da dengue).
A progressão da dengue hemorrágica com síndrome do choque da dengue pode ser evitada através da observação atenta alterações clínicas e uso de isotônicos fluidos intravenosos. Como o termo implica, febre, síndrome do choque da dengue é essencialmente dengue hemorrágica com evolução para insuficiência circulatória, com a conseqüente hipotensão arterial, pressão de pulso estreito (<20 mm Hg), ou seja, pinçamento arterial e finalmente, choque e morte se não tratada. A morte pode ocorrer 8-24 horas após o início dos sinais de insuficiência circulatória. Os achados clínicos mais comuns em estado de choque iminente incluem a hipotermia, dor abdominal, vômitos e agitação.
O mecanismo de progressão da dengue a dengue hemorrágica não é claramente compreendido. No entanto, reforço imunológico é a explicação mais comumente aceita atual. Esta hipótese afirma que os indivíduos que tiveram uma infecção prévia (isto é, infecção primária), com 1 dos 4 sorotipos do vírus da dengue têm anticorpos antivirais circulantes não de neutralização.

Replicação do vírus: Quando um indivíduo está infectado por outro sorotipo (isto é, infecção secundária), esses anticorpos nonneutralizing (não de neutralização) reconhecem o vírus da dengue, mas não o neutralizam ou inibem. Em vez disso, complexos de anticorpos do vírus e formar um antígeno-anticorpo. Este complexo é reconhecida por receptores em macrófagos, que interiorizar o complexo imune e permitir que o vírus se replicar desmarcado (ou seja, melhorar a resposta imune). Os macrófagos afetados liberação de mediadores vasoativos que aumentam a permeabilidade vascular, levando ao extravasamento vascular, hipovolemia e choque. Pesquisas recentes demonstraram que este mecanismo, juntamente com organizações de acolhimento e as variações do genoma viral, desempenha um papel ativo na patogênese.

Freqüência
Estados Unidos
O E.U. Centers for Disease Control and Prevention (CDC) ficha sobre dengue e o dengue hemorrágico relatório de cerca de 100-200 casos suspeitos de dengue por ano. [4]A maioria dos pacientes são os viajantes das regiões endêmicas dos trópicos americanos e asiáticos (ver arquivo de mídia 4). Durante 1977-1995, um total de 2706 casos suspeitos foi notificado, 22% foram confirmados por exames laboratoriais.
Internacional
Cada ano, cerca de 50-100 milhões de casos de dengue e centenas de milhares de casos de dengue hemorrágico ocorre. Em 1995, 250.000 casos de dengue e 7.000 casos de febre hemorrágica da dengue nas Américas ocorreram isoladamente. Tal como muitos como 3 bilhões de pessoas vivem em áreas onde a dengue é endêmica (ver arquivos de mídia 3-4 e Mídia arquivo 6).
Mortalidade / Morbidade
  • A dengue é tipicamente uma doença auto-limitada, com uma taxa de mortalidade de menos de 1%.
  • Quando tratada, a febre hemorrágica da dengue tem uma taxa de mortalidade de 5%. Não tratada, a febre hemorrágica da dengue tem uma taxa de mortalidade alta quanto 50%.
Race
A doença é distribuída a nível mundial em áreas tropicais.
Sexo
A incidência é igual em machos e fêmeas.
Idade
Pessoas de todas as idades podem ser infectadas e desenvolver a dengue. No entanto, crianças menores de 15 anos apresentam tipicamente com apenas um inespecífica, doença auto-limitada, febril. No sudeste da Ásia, a febre hemorrágica da dengue é principalmente uma doença de crianças e é a principal causa de morte e hospitalização nessa população. Em outra parte, a doença afeta todas as idades.




A infecção com o vírus da dengue produz um amplo espectro de manifestações da doença, desde assintomática ou leve doença febril ao choque hemorrágico fatal.
  • Clássica dengue (DF)
    • Crianças menores de 15 anos normalmente têm uma síndrome febril inespecífico, que pode ser acompanhada de erupção cutânea maculopapular.
    • Os pacientes apresentam febre e qualquer combinação dos seguintes sintomas:
      • Dor de cabeça
      • Dor Retro orbital
      • Geralmente dores no corpo (artralgias, mialgias)
      • Vômitos
      • Exantema maculopapular Centrífugas
      • Fraqueza
      • Sensação de paladar
      • Anorexia
      • Dor de garganta
      • Manifestações hemorrágicas (por exemplo, petéquias, sangramento gengival, epistaxe, menorragia, hematúria)
      • Linfadenopatia.

    • A fase de quebra-ossos febril e dolorosa, que dura cerca de 2-7 dias e é seguido por um período de recuperação lenta, mas completa. A fase de convalescença pode durar de 2 semanas.

  • Febre Hemorrágica do Dengue (FHD)
    • Fase inicial é semelhante ao da dengue e outras doenças virais febris.
    • Quando as quebras de febre, após 2-7 dias, os sinais de extravasamento de plasma aparecem, sugerindo o diagnóstico de febre hemorrágica do dengue (geralmente dentro de 24 horas antes ou após a resolução da febre).
    • A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem 4 critérios mínimos para fazer o diagnóstico da dengue hemorrágica: [5]
      • Febre.
      • Manifestações hemorrágicas (por exemplo, hemoconcentração, trombocitopenia, prova do laço positiva).
      • Insuficiência circulatória, como sinais de permeabilidade vascular (por exemplo, hipoproteinemia, derrame).
      • Hepatomegalia.

  • Síndrome do choque da dengue (DSS)
    • Não tratada, a febre hemorrágica da dengue muito provavelmente evolui para a síndrome do choque da dengue.
    • Os sintomas mais comuns em estado de choque iminente incluem dor abdominal, vômitos e agitação. Os pacientes também podem ter sintomas relacionados à insuficiência circulatória.
Física
Achados clínicos comuns incluem o seguinte:
  • Dengue
    • Febre
    • Conjuntiva injetada
    • Faringe Inflamada
    • Linfadenopatia
    • Erupção maculopapular
    • Achados hemorrágicas (petéquias, púrpura, sangramento nas gengivas, epistaxe, menorragia, prova do laço positiva, hematúria)



  • Dengue hemorrágica: Os achados de febre hemorrágica da dengue são semelhantes aos da dengue clássica e também incluem o seguinte:
    • Curva de febre bifásica
    • Achados Hemorrágica mais acentuada do que nos casos de dengue
    • Sinais do derrame peritoneal, derrame pleural, ou ambos

  • Síndrome do choque da dengue
    • Hipotensão
    • Bradicardia (paradoxal) ou taquicardia associada com choque hipovolêmico
    • Hepatomegalia
    • Hipotermia
    • Indiferente a pressão de pulso (<20 mm Hg)
    • Sinais de diminuição da perfusão periférica
Causas
  • Morando em áreas endêmicas dos trópicos (climas úmidos ou quentes, como o sul dos Estados Unidos), onde o mosquito vetor se desenvolve é um importante fator de risco para a infecção. [1,6,7,8,9]
  • Urbanização mal planejada combinada com o crescimento explosivo da população mundial traz o mosquito e do hospedeiro humano em grande proximidade.
  • Aumento do tráfego aéreo transporta facilmente doenças infecciosas entre as populações.
  • O mosquito mais utilizado técnica de controle, a pulverização das cidades para matar os mosquitos adultos, não é eficaz. Os esforços devem visar a fase larval com larvicidas e limpeza de habitações de larvas (por exemplo, lixo, áreas que acumulam água parada).
  • A falta de saneamento e controle pobres fornece excelentes condições para a larva de o mosquito crescer.
  • Falta de imunidade para os sorotipos do vírus contribui para taxas de infecção em uma população.
  • Furacões e outros desastres naturais, aumento do habitat para o crescimento do mosquito em zonas urbanas, aumentando entulho e lixo, que funcionam como reservatórios de água.

Quais são os diagnósticos diferenciais:
Bacteremia
Rickettsial Infectio
Leptospirose

Malária
Febre Amarela
Sarampo
Meningite Bacteriana


Problemas para serem considerados:
Febre tifóide
Rio de vírus
Chikungunya
Encefalite do Nilo Ocidental
Roséola infantum
Escarlatina
A púrpura trombocitopênica idiopática
Outras causas de febre hemorrágica viral


Laboratório de Estudos
  • Hematológicos e estudos de química pode revelar hemorrágica ou disfunção orgânica.
    • CBC contam para avaliação de leucopenia, trombocitopenia (<100 x 109/ L), e aumento dos níveis de hematócrito (aumento de 20% indica hemoconcentração; serial hematócrito necessários a cada 4 horas)
    • Painel químico para avaliar os desequilíbrios
    • Soro proteína e albumina
    • Função hepática, testes para avaliar a elevação das transaminases
    • Coagulação intravascular disseminada (DIC) do painel
  • Urinálise identifica hematúria.
  • Tipo e crossmatch podem ser necessários se surgir hemorragia significativa.
  • Dengue pode ser identificada através de isolamento do vírus (isto é, crescendo de amostra em uma linha celular) ou identificação sorológica, utilizando ensaio imunoenzimático (ELISA) para detecção de imunoglobulina (Ig) G ou IgM. Pedir que uma amostra seja enviada para o para testes adicionais.
  • A reverse-transcriptase da reação em cadeia da polimerase (PCR) demonstra mais promessa, produzindo um diagnóstico específico do sorotipo muito rapidamente, no entanto, este teste está disponível apenas em laboratórios de pesquisa.
Estudos de imagem
  • Realizar radiografia de tórax para procurar derrame pleural.
  • Ultrassonografia para procurar derrame cavitario.
Procedimentos
  • O paciente pode precisar de uma linha central para a reposição e uma linha para pressão arterial precisa (PA). O acompanhamento e exames de sangue freqüentes.
  • Tenha cuidado ao colocar cateteres por causa das complicações de sangramento aumentado de febre hemorrágica da dengue (FHD).

Tratamento:
O tratamento de suporte é a única terapia eficaz conhecida nos casos de dengue (DF), febre hemorrágica da dengue (FHD) ou síndrome do choque da dengue (DSS).

  • Pré-hospitalar
    • Inicie uma linha de acesso venoso e iniciar a suplementação de líquidos por via intravenosa com soro fisiológico (NS) de solução.
    • Administrar bolus de fluidos quando necessário para manter a pressão arterial adequada (PA).
    • Administrar oxigênio.

  • Hospital
    • Continuar com os cuidados de suporte através da administração de NS solução isotônica por via intravenosa para manutenção da PA adequada e diurese adequada.
    • Bolus de 10-20 mL / kg a cada 30 minutos podem ser necessários para manter a pressão arterial adequada.
    • Cateter de Foley é útil no acompanhamento da produção de urina.
    • O período de extravasamento de fluidos do plasma é curto (24-48 h) e, por via intravenosa pode ser reduzida se o paciente mantém a hidratação oral adequada.
    • Quando a fase de extravasamento de plasma começa a resolver, o nível de hematócrito começa a cair, tornando a identificação de hemorragia oculta significativo difícil.
    • Administrar a transfusão de sangue se segue a hemorragia significativa. (Hemorragias gastrointestinais podem ser profundas.)
    • Administrar plasma fresco congelado ou plaquetas se coagulação intravascular disseminada (DIC) é extensa.
    • Administrar paracetamol para controlar febre (não salicilatos ou o ibuprofeno, o que pode dificultar ainda mais a função plaquetária e aumento de complicações hemorrágicas).
    • Os glicocorticóides não são indicados.
Consultas
Obter consulta com um especialista em doenças infecciosas (consulta por telefone).
Terapia Intensiva é obrigatória para todos os pacientes em estado de choque hemorrágico.

Medicação:
Com exceção da reposição de volume (com líquidos isotônicos),  paracetamol  e dipirona, outros medicamentos específicos não estão disponíveis para o tratamento da infecção por dengue.

Os primeiros estudos realizados pelo Instituto Novartis para Doenças Tropicais (NITD) em Singapura, está a proceder a investigações para encontrar os inibidores da dengue proteínas virais metas para reduzir a carga viral durante a infecção ativa.

Agentes antipiréticos
Esses agentes são usados para reduzir a febre. Eles inibem a síntese Central e à liberação de prostaglandinas que mediam o efeito de pirogênios endógenos no hipotálamo e, assim, promove o retorno do set-point para temperatura normal.


Acetaminophen (Tylenol, Feverall, Tempra, Aspirin Free Anacin)
Tem propriedades tanto analgésicas e antipiréticas semelhante à aspirina e outros AINEs. Periférica não tem antiinflamatória ou efeitos sobre a função das plaquetas.

Dosagem
Adulto
325-650 mg / dose PO / PR 4 a 6h PRN, para não ultrapassar 4 g / d

Pediátrica
<12 anos: 10-15 mg / kg / PO dose / PR 4 a 6h PRN; para não exceder 5 doses / D e 2,6 g / d
>12 anos: administrar como em adultos.

Interações
Rifampicina pode reduzir o efeito analgésico, a administração concomitante com barbitúricos, carbamazepina, hidantoína, isoniazida e pode aumentar a hepatotoxicidade
Contra-indicações
Hipersensibilidade documentada.

Precauções
Gravidez
B - risco fetal não confirmado em estudos em seres humanos, mas tem sido demonstrado em alguns estudos em animais
Precauções
Hepatotoxicidade possível em pessoas com alcoolismo crônico após diversas doses; dor severa ou recorrente ou febre alta ou continuada pode indicar doença grave; contido em muitos produtos OTC, e a utilização combinada com esses produtos pode resultar em doses cumulativas superiores a dose máxima recomendada.

Fluidoterapia
Isotônica 0,9% de solução de cloreto de sódio é administrada por via intravenosa para manutenção da PA adequada e diurese adequada.





Cloreto de sódio 0,9% (soro fisiológico)
Para aumentar o volume intravascular e manter PA adequada e produção de urina. Restaura íons de sódio em pacientes com ingestão oral restrita, especialmente os estados de hiponatremia ou síndrome de sal.
Dosagem
Adulto
24-manutenção h acrescido de 5% do peso corporal de déficit de peso
10-20 ml / kg IV bolus PRN q30min para manutenção da PA e diurese; interromper a 48 h após a resolução do choque
Pediátrica
24-manutenção h acrescido de 5% do peso corporal de déficit de peso
10-20 ml / kg IV PRN q30min para manutenção da PA e diurese; interromper a 48 h após a resolução do choque
Interações
Nenhum relatado
Contra - indicações:
Sobrecarga hídrica
Precauções
Gravidez
A - risco fetal não revelados em estudos controlados em humanos
Precauções
Evitar sobrecarga de fluidos, que podem produzir um maciço derrame, insuficiência cardíaca congestiva e insuficiência respiratória eventual; acompanhar de perto a PA (Q30-60min), a produção de urina (hora), e um serial de hematócritos.
Além disso:
  • Os pacientes com febre hemorrágica da dengue (FHD) ou síndrome de choque da dengue (DSS) requerem internação na UTI.
  • Pacientes com dengue (DF) requerem a transferência para a UTI, se a doença evolui para dengue hemorrágica ou síndrome do choque da dengue.
Além disso, no ambulatório:
  • Os pacientes podem ter alta quando se encontram com os seguintes critérios:
    • Afebril por 24 horas
    • Apetite voltou
    • O quadro clínico melhorou
    • Desconforto respiratório (isto é, de derrame pleural) ausente
    • Hematócrito estável
    • A contagem de plaquetas maior do que 50 X 109/ L
    • Hospital de acompanhamento por pelo menos 3 dias após a resolução do choque
  • Obter uma segunda (ou seja, amostra de sangue de convalescença) para sorologia de 4-6 semanas após a doença.
Transferência
  • Transferência de pacientes com febre hemorrágica da dengue ou síndrome do choque da dengue se não for possível observar em uma UTI.
Dissuasão e prevenção
  • Evitar fatores de risco listados na Causas.
    • Use repelentes de insetos e roupas de proteção para evitar picadas pelos mosquitos portadores de doenças.
    • Aplicar inseticidas em áreas de estar e dormir.
    • Controle de larvas, reduzindo larval habitat (por exemplo, o lixo) e utilização de larvicidas.
  • A tetravalente (contendo todos os sorotipos 4) a vacina foi testada em voluntários na Tailândia, e foi encontrada segura e imunogênica.
  • Dado o mecanismo proposto patogênico da progressão do dengue a febre hemorrágica do dengue e / ou síndrome de choque do dengue (ou seja, melhorar a resposta imune), qualquer vacina eficaz deve ser claramente imunoprotetora para todos os sorotipos 4. Vacinas inadequadas podem ser mais prejudiciais do que bom.
  • Nenhuma vacina aprovados está disponível. As estimativas do tempo necessário para o intervalo de mais testes de 5-10 anos. Em 2007, a Sanofi Pasteur anunciou bons resultados em seu estudo de uma vacina tetravalente, com mais testes a seguir. O registro é antecipado para  2012.
Complicações
  • Complicações e seqüelas de infecções de vírus da dengue são raras, mas podem incluir o seguinte:
    • Cardiomiopatia
    • Encefalite viral bovina e
    • Lesão hepática
  • Embora raro numerosos incidentes de transmissão vertical do vírus da dengue de uma mãe infectada para o recém-nascido, levando a dengue e febre hemorrágica da dengue e / ou síndrome do choque da dengue, têm sido relatados.
Prognóstico
  • Se adequadas medidas de apoio são dadas, o prognóstico é excelente, sem seqüelas são relatados na maioria dos indivíduos com o vírus.

Armadilhas Medico legal
  • Falta de internar o doente para os cuidados de apoio e outras causas de febre
  • Falta de investigação de outros sintomas.
  •  
    Sepse